Investir em economia social em Portugal: onde está o retorno
Como investidores, empresas ESG e câmaras municipais avaliam projetos de economia social em Portugal, que indicadores pedir e que fundos estão disponíveis até 2030.
Artigos para quem decide: câmaras municipais, empresas com agenda ESG e investidores de impacto.
Como investidores, empresas ESG e câmaras municipais avaliam projetos de economia social em Portugal, que indicadores pedir e que fundos estão disponíveis até 2030.
Diagnóstico, ativação e legado: o método usado com câmaras e juntas de freguesia para gerar renda local, formar empreendedores e deixar estrutura permanente.
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Curadoria, resíduo zero, moeda social e indicadores: o que distingue uma feira sustentável de mercado com bancas, e como uma autarquia avalia o retorno real.
Preço justo, custo real, canal de venda e narrativa: o percurso de formação que transforma um produtor local num negócio sustentável com clientes recorrentes.
Como funcionam bancos de tempo, compras conjuntas, cooperativas e moeda social — e porque a entreajuda organizada é hoje uma política pública de baixo custo.
Ser Du Bem não é uma crença — é um critério de decisão. O que significa colocar o bem comum no centro de um negócio, de uma feira e de uma política local.
Patrocínio, mecenato, compras responsáveis e voluntariado corporativo: os quatro modelos de parceria ESG com indicadores auditáveis e reporte pronto a usar.
Metodologia, resultados e modelos de financiamento para decisores.
AbrirPrimeira leitura do seu concelho, freguesia ou zona.
AbrirCâmaras, empresas ESG, produtores locais e fundos europeus.
AbrirPeça proposta com âmbito, prazos e indicadores de impacto.
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