
Economia solidária é o que acontece quando um grupo decide que a troca não tem de passar sempre por um intermediário externo. Não é caridade nem voluntariado disperso: é organização económica com regras claras.
Quatro formatos que funcionam
Banco de tempo (uma hora vale uma hora, seja de canalização ou de explicações), compras conjuntas (poder negocial de bairro), cooperativa de produção e moeda social complementar. Todos partem do mesmo princípio: manter valor dentro do território.
A entreajuda medida
Horas trocadas, famílias abrangidas, poupança média por agregado, alimentos redistribuídos. A página de impacto reúne os indicadores que a rede acompanha e o alinhamento com 14 dos 17 ODS.
A moeda social como cola
Boas ações — voluntariado, recolha seletiva, participação comunitária — convertem-se em Dubens, que voltam ao comércio aderente. Como funciona ao detalhe está em Dubens.
Para autarquias, a entreajuda organizada é das políticas com melhor rácio custo-benefício: exige coordenação, não exige grande investimento. Peça uma leitura da sua zona no diagnóstico territorial.
Leituras relacionadas: moeda social: como funciona, bem comum e viver bem e como a câmara ativa a economia local.
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Peça o dossier institucional ou avance já para um diagnóstico gratuito do território. Veja também o impacto e ODS, a moeda social Dubem e os modelos de parceria. Se já quer avançar para proposta, use o formulário de contratação.
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